A mentira nossa de cada dia!

Se pararmos para observar – e eu o fiz nestes dias – reparamos que a mentira está, sorrateiramente, inserida ao longo do nosso dia praticamente desde que acordamos até que voltamos a deitar. Muitas vezes está na saudação que damos comentando como a pessoa está ‘linda’ embora tenhamos notado que ela não esteja bem. Está no gesto rápido que fazemos à nossa assistente para dizer que não estamos porque não queremos atender alguém. Está na desculpa esfarrapada que damos para não sair com alguém. Enfim um rosário de “mentiras lights”

Estou sendo muito radical? O que você acha?
Vamos tentar classificar em mentiras lights, mentiras médias e mentiras pesadas.
Apesar que essa classificação varia muito, de acordo com as crenças e valores de cada um, mas tem valores que são unanimes e universal.
Como você classificaria?
Mas indo para a raiz: não estamos, afinal, falando da mesma coisa: a mentira, que nada mais é do que a falta com a verdade? Para mim, a nossa tentativa, talvez latina, de relativizar tudo, e assim escolher o que melhor nos convém, tem nos levado a banalizar a mentira – a falta com a verdade – que nos permite aceitar cada vez mais mentiras a nossa volta, na nossa vida, no nosso mundo. Se isso for verdadeiro – e não mentira – isso significa que vivemos em um mundo faz de conta: o que as pessoas dizem pode não ser verdade, o que consideramos verdadeiro talvez não o seja. E eu me pergunto o quanto queremos viver na verdade?

Tem o mentiroso patológico que é o mitomaníaco.
A mitomania é uma distúrbio de personalidade onde o paciente possui uma tendência compulsiva pela mentira. Esta doença é também conhecida como mentira obssessivo-compulsiva.
Uma das grandes diferenças do mentiroso esporádico ou “tradicional” para o mitômano, é que no primeiro caso o indivíduo não tem resistência em admitir a verdade, enquanto o portador da compulsão por mentir usa a mentira em proveito próprio ou prejuízo de outro de forma imoral e insensível, sem sentir necessidade de desfazer o engano.

Katia Horpaczky – Psicóloga Clinica, especialista em Sexualidade, Terapia de Casal e Familia

Esse é um relato de uma pessoa que está vivendo e convivendo com essa situação, o que faz com que nos submetermos a essa situação? No que queremos acreditar.
Conviver. Por um ano com uma pessoa mentirosa
E o pior
Não sei porque aceitava as mentiras como verdade
Fato que só me fez mal
Porque ė muito difícil você se livrar de todo.lixo que a pessoa.planta dentro de você. Ė tão triste
A pessoa se dizer uma coisa
E vc descobrir que tudo foi uma.mentira
Q a pessoa ę uma.mentira
Mente desde um pequeno motivo até algo relevante.

Autor: | 2018-04-30T17:21:00+00:00 abril 25th, 2018|Qualidade de Vida|0 Comentário

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